Quem diria? A Microsoft irá disponibilizar uma versão gratuita da…

… sua badalada suíte de escritório: o Microsoft Office 365! Embora seja um grande fã e apaixonado pela suíte de escritório LibreOffice (pois foi graças a esta suíte que me tornei um linuxer), confesso que também admiro muito o Office da Microsoft! Compostos pelos programas Word, Excel, PowerPoint e Access (sendo este último o único que não possuo um bom domínio técnico), eles não só foram fundamentais para o meu sucesso profissional (na época em que atuava na área de Metalurgia), como também foram os principais motivos para conquistar reconhecimentos…

“Did you know that Microsoft officially offers the desktop version of Microsoft Office (rebranded as Microsoft 365 Copilot after Microsoft 365) for free? And no, I am not talking about the web version of Office. In a significant move, Microsoft has quietly introduced an ad-supported version of the desktop Office app, allowing users to access MS Word, Excel, and PowerPoint without paying any subscription fee. Previously, you could only view documents once your Office license expired, but now…”

— by Beebom.

No entanto, o Office é uma suíte paga e apesar da Microsoft ter flexibilizado a concessão de licenças de uso, ainda assim ela representa um custo “considerável” para o orçamento de muitos “pobres” usuários. Não mais: em breve, poderemos fazer o uso deste incrível pacote de aplicações, de forma gratuita! E olha não estamos nos referindo as edições “alternativas” que tem como brinde, um belo “tapa-olho”! Brincadeiras à parte, o Microsoft Office 365 poderá ser obtido e utilizado sem custos, através de uma modalidade que inclui a exibição de anúncios. Sim, isto mesmo o que você acabou de ler: propagandas!

Nos três principais programas oferecidos pelo pacote (Word, Excel e PowerPoint), veremos um banner persistente no lado direito da sua interface, exibindo os (malditos e indesejados) anúncios, além de reproduzir vídeos de 15 segundos de duração, embora sem áudio (mudo). Para variar, também não poderemos salvar os documentos gerados no armazenamento local e sim apenas no OneDrive, o qual também requer uma subscrição para o seu uso a partir de 5 GB. Por fim, uma série de limitações também foi adicionada, tornando o Word, o Excel e o PowerPoint bem mais limitados, se comparados com as edições pagas.

Obviamente, para se livrar dos irritantes anúncios veiculados e das limitações impostas, o usuário deverá optar pela assinatura de uma subscrição ou adquirir uma licença definitiva. Felizmente, existem boas alternativas de suítes de escritório e além do LibreOffice, também temos o Polaris Office, o OnlyOffice, o WPS Office, o FreeOffice, o NeoOffice, o Zoho Office e a G Suite, entre outras não tão populares e badaladas. Como a maioria dos usuários raramente utilizam os recursos avançados que estas aplicações oferecem, provavelmente o Microsoft Office gratuito (com propagandas) deve dar conta do recado.

Eis, a dica: quando salvar seus trabalhos, utilize o formato ODF. Senão… &;-D